{"id":1588,"date":"2026-03-06T13:10:45","date_gmt":"2026-03-06T13:10:45","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/?post_type=abstract&#038;p=1588"},"modified":"2026-03-28T06:24:44","modified_gmt":"2026-03-28T06:24:44","slug":"o-que-joao-de-ruao-viu-portugal-e-o-renascimento-no-reinado-de-d-joao-iii","status":"publish","type":"abstract","link":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/resumo\/o-que-joao-de-ruao-viu-portugal-e-o-renascimento-no-reinado-de-d-joao-iii\/","title":{"rendered":"O que Jo\u00e3o de Ru\u00e3o viu: Portugal e o Renascimento no reinado de D. Jo\u00e3o III"},"content":{"rendered":"\n<p>O escultor franc\u00eas Jo\u00e3o de Ru\u00e3o, ativo em Portugal entre as d\u00e9cadas de 1520 e 1570, constitui uma figura central para a compreens\u00e3o da assimila\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o das linguagens renascentistas no contexto portugu\u00eas. No reinado de D. Jo\u00e3o III (1521\u20131557), Portugal viveu um momento de transi\u00e7\u00e3o cultural marcado pelo influxo de modelos italianos e flamengos, mediado por artistas estrangeiros e pela atua\u00e7\u00e3o de humanistas pr\u00f3ximos \u00e0 Corte. Prop\u00f5e-se uma leitura da obra de Jo\u00e3o de Ru\u00e3o como testemunho visual do primeiro Renascimento, com particular aten\u00e7\u00e3o \u00e0 intera\u00e7\u00e3o entre a tradi\u00e7\u00e3o g\u00f3tica e a inova\u00e7\u00e3o classicista.&nbsp;A comunica\u00e7\u00e3o procura, assim, refletir sobre o que Jo\u00e3o de Ru\u00e3o viu, ou seja, como interpretou, adaptou e traduziu, em pedra, as obras art\u00edsticas mais relevantes do Renascimento em Portugal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o autor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Professor Auxiliar com Agrega\u00e7\u00e3o na \u00e1rea da Hist\u00f3ria da Arte Moderna na Universidade Aberta.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 1998, \u00e9 docente na Universidade Aberta na \u00e1rea da Hist\u00f3ria da Arte e da Museologia nos tr\u00eas ciclos de estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u00c9 investigador integrado no Instituto de Hist\u00f3ria da Arte da Faculdade de Ci\u00eancias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa \/\/ Laborat\u00f3rio IN2PAST.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 membro da Academia Nacional de Belas-Artes e da Academia Portuguesa da Hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem coordenado e participado em v\u00e1rios projectos de I&amp;D financiados em Portugal e no estrangeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem participado em v\u00e1rios encontros de car\u00e1cter cient\u00edfico e publicado v\u00e1rios livros, cap\u00edtulos de livros e artigos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 actualmente o Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Historiadores da Arte que pertence ao Comit\u00e9 Internacional de Hist\u00f3ria da Arte (CIHA) desde 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O escultor franc\u00eas Jo\u00e3o de Ru\u00e3o, ativo em Portugal entre as d\u00e9cadas de 1520 e 1570, constitui uma figura central para a compreens\u00e3o da assimila\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o das linguagens renascentistas no contexto portugu\u00eas. No reinado de D. Jo\u00e3o III (1521\u20131557), Portugal viveu um momento de transi\u00e7\u00e3o cultural marcado pelo influxo de modelos italianos e flamengos, mediado por artistas estrangeiros e pela atua\u00e7\u00e3o de humanistas pr\u00f3ximos \u00e0 Corte. ","protected":false},"featured_media":1589,"parent":0,"template":"","meta":{"custompostfields_author":"Pedro Flor, Doutor em Hist\u00f3ria de Arte Moderna pela Universidade Aberta. UAB, Instituto de Hist\u00f3ria da Arte da FCSH\/ UNL","footnotes":""},"edition":[30],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/abstract\/1588","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/abstract"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/abstract"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/abstract\/1588\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1648,"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/abstract\/1588\/revisions\/1648"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1589"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1588"}],"wp:term":[{"taxonomy":"edition","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.uab.pt\/cantanhede-historia-arte-e-patrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/edition?post=1588"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}